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Inspirações na cor carmesim.

Conheça a história e o significado da cor carmesim, um vermelho brilhante com um toque de rosa — o tom mais quente do pôr do sol no auge de sua beleza.

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Qual é o significado da cor carmesim?

O carmesim é uma cor bastante próxima do carmim, embora seja mais claro e tenha toques de rosa. O carmesim e o carmim dividem a mesma base: ambos são corantes feitos do mesmo inseto. O carmesim é menos saturado e está entre o vermelho e o rosa.

O carmesim tem vários significados positivos relacionados à paixão. A cor também tem laços sombrios com sangue, vingança e raiva.

A história do carmesim.

A origem da cor carmesim.

O carmesim, assim como o carmim e o vermilion, é um pigmento criado a partir de dois insetos: o quermes ou a cochonilha. O carmesim é um vermelho brilhante, que chega à intensidade desejada com uma fração do corante usado para vermelhos profundos como o carmim. Toda a família de corantes vermelhos criados a partir de insetos foi redefinida no Renascimento. O carmesim tornou-se a cor associada à paixão mais intensa — tanto no bom quanto no mau sentido.

O carmesim foi registrado em inglês pela primeira vez nos anos 1400.

A palavra “crimson” (carmesim) faz parte do inglês desde o século XV, quando os colonizadores espanhóis voltaram da Mesoamérica para a Europa com o besouro cochonilha. Os insetos quermes, nativos do Mediterrâneo, já eram usados há gerações para produzir a cor carmesim. As cochonilhas, porém, resultavam em corantes 10 vezes mais potentes. O carmesim era considerado o tom mais brilhante do pigmento feito com cochonilhas ou quermes.

O carmesim recebeu novos significados na cultura popular.

Praticamente todos os tons de vermelho foram associados à paixão, raiva e masculinidade até o século XX. O carmesim assumiu novos significados nas referências pop. Desde canções como “Crimson and Clover” (de Tommy James e Shondels) ao filme de 2015 dirigido por Guillermo del Toro Crimson Peak (um romance gótico), o carmesim foi usado em uma variedade de aplicações como um provocante chamariz.

A cor carmesim em diferentes culturas.

A cultura do carmesim está por toda a parte.

Quando um artista, estilista ou mesmo um cientista de alimentos busca um tom de vermelho vibrante, o carmesim sempre surge como a primeira opção. Michelangelo escolheu tintas na cor carmesim em inúmeras obras de arte. Séculos mais tarde, os “Redcoats” britânicos receberam esse nome devido ao carmesim usado nos casacos dos soldados. O carmesim também marca presença dentro dos armários nas residências, com o corante vermelho à base de cochonilhas sendo usado em tudo, desde comida a medicamentos e cosméticos.

O carmesim em universidades e fraternidades estudantis.

O carmesim também é uma escolha popular para cores universitárias. As universidades de Kansas, Alabama e Denver são algumas das instituições que vestem o carmesim. A Universidade de Harvard tornou o carmesim tão característico que seu jornal diário chama-se “The Harvard Crimson”. Várias fraternidades estudantis também usam o carmesim, como a Kappa Alpha Order e a Kappa Alpha Psi.

O carmesim em instituições estatais.

O carmesim tem destaque nas bandeiras da Polônia e do Nepal. Na verdade, a cor nacional do Nepal é o carmesim. Nas forças militares globais, embora os conhecidos “Redcoats” não usem mais uniformes dessa cor, o exército americano usa o carmesim para os Ordnance Corps. Um regimento moderno do Exército Britânico chamado The King’s Royal Hussars também usa calças carmesins. Na Dinamarca, os uniformes oficiais do regimento hussardo apresentam uma pelica carmesim vistosa.

Usos comuns da cor carmesim.

O carmesim evoca emoções vibrantes e está associado ao amor, ao sangue e à paixão.

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